Mostrando postagens com marcador Entrevista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Entrevista. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

[Entrevista] Erika Monterisi autora do livro "Sol & Lua - O vampiro encontra o seu sol"



Hoje a entrevistada foi Erika Monterisi autora do livro Sol & Lua - O vampiro encontra o seu sol (Clique aqui para ler a resenha), como sempre muito atenciosa aceitou responder umas perguntinhas. 

Então sem mais, vamos a entrevista rsrs.


Nascida no Rio de Janeiro, formou-se em enfermagem pela UERJ. Casou-se, tornou-se mãe de dois lindos meninos. Desde criança o prazer por histórias e contos de terror que misturem mistério e amor faz parte do seu universo de leitora. É aficionada por filmes cults, como alguns clássicos do terror da década de oitenta e grandes produções do início da década de noventa.

1. Você precisa de um ambiente em particular para escrever?
Ambiente em especial não. Mas preciso de um lugar escuro e onde eu tenha paz para me concentrar. Por isso escrevi sempre a noite quando todos estão dormindo e não tem marido ou filhos me chamando. Preciso me conectar com o que estou escrevendo. Algumas vezes coloco meu fone e ligo uma música também. Preciso apenas sentir o texto e os personagens.

2. Você acha que a escrita é um processo doloroso e desgastante ou ela vem fácil para você?
Depende do que estou escrevendo. Há partes no Sol & Lua que me doeu muito escrever. Parece que ao mesmo tempo que escrevo, sinto tudo que a personagem está sentindo. Meio doido, né? E outras partes que me deixa feliz. Na verdade, me ajuda muito sentar na frente do computador e colocar tudo pra fora.

3. Algum autor influenciou você mais do que outros?
Boa pergunta. Nunca gostei muito de ler. Preferia filmes e ouvir histórias contadas. Mas gosto demais da Anne Rice, do Stephen King e Bernard Cornwell.

4. Quantas vezes você revisa seus textos antes de sentir que eles estão prontos? Você mostra seus trabalhos para outras pessoas antes de publicá-los?
Reviso zilhões de vezes e nunca está como eu queria que estivesse. Tenho que ser menos exigente comigo mesma. Um trabalho diário e árduo, admito. O Sol & Lua escrevi com a ajuda de amigas lendo. O próximo, uma outra amiga me ajudou. E também uma garota que veio falar comigo por causa do livro. O modo como me escreveu me tocou e a convidei a me ajudar. E meu marido aceitou entrar nesse projeto também.

5. Sol & Lua – O vampiro encontra o seu sol terá continuação? Se sim, tem uma previsão para o lançamento?
Sim, terá e se chamará A Estrela, o nascimento de uma vampira. Mas ainda não há uma data e também não sei se farei impressão ou apenas em e-book. Mas prometo avisar.

6. Que conselhos você daria a um escritor iniciante em relação a publicação do seu primeiro livro?
Iniciante eu também sou, pelo menos é assim que me sinto. A única coisa que digo é: não caiam na lábia de qualquer um. Editores prometem mundos e fundos. Acredite em você e vá a luta. E não pense que será fácil, porque não é.

7. Como você concilia o processo de escrita com as suas outras atividades (Família, lazer, trabalho entre outros)?
A escrita pra mim é quase um sacerdócio. Escrevo ou releio todos os dias a noite, ou quase todos os dias, quando estou escrevendo. E no fundo, me divirto com isso. É quase uma terapia. E o resto da vida funciona durante o dia normalmente.

Rapidinho
Livro: O vampiro Lestad, O Senhor dos Anéis e a Trilogia do Rei Artur

Autor: Citei três lá em cima, então agora falarei do JRR Tolkien (sou apaixonada pela trilogia do Senhor dos Anéis)

Um lugar: Nova Friburgo

Uma frase: Como uma pessoa apaixonada pela Legião Urbana, "É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar pra pensar, na verdade não há."

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

[Entrevista] Daiane Coll compartilha conosco suas experiências

A entrevistada de hoje é a autora Daiane Coll que escreveu "Irresistível", como já disse antes eu a conheci através do Skoob. Agradeço desde já pela disponibilidade dela e pelo carinho com que ela tem me tratado.
Vamos a entrevista (risos).

Foto -Daiane Coll 

Daiane Coll sempre cultivou o hábito da leitura, em especial de romances de ídolos como Nicholas Sparks, Meg Cabot e Nora Roberts, mas nunca imaginou escrevê-los. Daiane trabalha como Policial Civil em sua cidade natal, Curitiba, onde reside com seu marido e os três filhos.

1-      O que te motivou a escrever seu livro "Irresistível". E de onde tirou a ideia para o livro?
Sempre tive sonhos muito nítidos. Quase toda manhã acordava e descrevia para o meu marido alguma história estranha com que havia sonhado. Uma noite, no último período da faculdade de Direito, li uma entrevista da Stephenie Meyer, onde ela contava que Crepúsculo nascera de um sonho, e como passava algumas madrugadas acordada por causa do filho pequeno, decidira escrever. Naquele momento veio o insigth - tinha sonhos nítidos e um filho pequeno que também me cobrava algumas horas de sono. Durante a aula mesmo comecei a digitar os primeiros capítulos, os quais ia mandando por e-mail para minha colega e primeira incentivadora Andressa. Fomos para casa e entramos madrugada adentro com ela sempre pedindo "manda mais" a cada final de capítulo. Em duas semanas o livro estava escrito.
 
2-     Enquanto escrevia "Irresistível" você sentiu alguma dificuldade no processo de criação ?
No processo de criação não. A dificuldade maior veio na hora da correção. Nunca fiz nenhum curso de escrita e acreditava estar mandando bem. Quando o primeiro rascunho voltou todo rabiscado pelo consultor literário James Mcsill, vi que tinha muito a apreender. Esse processo demorou meses.
 
3-      "Irresistível" terá continuação ?
Sim. O título provisório é "Inesperado". Foi escrito na sequência do primeiro e está em análise na Editora. Infelizmente ainda sem uma previsão de data.
 
4-    Como foi sua busca por uma editora que publicasse seu livro ?
Por pesquisas na internet. Muitas se oferecem para publicar seu livro, mas me foquei na qualidade daqueles que estavam prontos e conversei com alguns autores antes de decidir. Infelizmente publicar livro no Brasil é difícil. Só por amor ao seu trabalho que você continua. E depois pelo carinho dos leitores.
 
5-      O que você acha de ser escritora em um país onde ler é um hábito de poucos?
Como disse anteriormente, é por amor ao que você faz. Não se pode publicar um livro esperando sobreviver com a venda dele (salvo raras exceções), ainda mais no Brasil, onde a maioria dos leitores não dá chance aos autores nacionais. Outro problema é a falta de incentivo a leitura na escola e em casa, além dos preços abusivos.
 
6-      Percebeu alguma mudança na sua rotina depois de se tornar escritora?
Sim. Escrever se tornou um hábito. Um hobby. O momento em que mando embora todo o estresse do dia. E agora anseio por meus sonhos loucos.
 
7-      Você poderia deixar uma mensagem para os leitores?
Leiam muito. Não só livros, como jornais, revistas, gibis. E conheçam os autores nacionais. Não estou pedindo que abandonem seus ídolos internacionais (eu mesma tenha um monte), mas tem muito escritor perto de você, esperando pela chance de conquistá-lo.
 
Rapidinho:
Livro: 
Difícil. Amo Harry Potter, Anjos e Demônios, O Código da Vinci, entre outros. Mas no momento estou viciada em Games of Thrones.

Autor: 
J. K. Rowling, Luis Fernando Veríssimo, Rick Riordan, Eduardo Spohr...  

Um lugar: 
Florianópolis

Uma frase: 
"Se quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo. Quem acredita, sempre alcança." - Renato Russo  



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

[Entrevista] Haydee Victorette compartilha conosco suas experiências.

Hoje a minha entrevistada é a maravilhosa escritora brasileira Haydee Victorette que escreveu o livro "O Perfume da Rosa", quero agradecê-la por responder gentilmente as minhas perguntas e quero também agradecer o carinho que ela teve comigo.

Bom vamos para o mais importante à entrevista (risos).


1- Me fale um pouco de você?

Nasci em Cuiabá – MT, porém atualmente moro em Campo Grande – MS. Tenho 29 anos e sou casada há um ano, ainda não tenho filhos. Sou nutricionista formada pela UFMT e especialista em Nutrição Clínica. Trabalhei no Hospital Universitário Júlio Muller e no Pronto Socorro Municipal de Cuiabá depois de formada. Após o casamento precisei me mudar e no momento estou apenas me dedicando a escrever o próximo romance.
Em relação a quem eu sou, posso dizer que apesar de me considerar uma mulher forte, sou meiga e carinhosa. Detesto mentiras e falsidades. Valorizo a amizade e o amor acima de tudo. Vivo sonhando acordada, às vezes no meu próprio mundo, o que me torna um pouco alienada dos assuntos que não me interessam. Acredito que amores iguais aos dos romances existem, assim como os contos de fadas e os finais felizes. Creio que isto resume um pouco da minha personalidade, mas para saber mais terá que me conhecer melhor, não é mesmo?   

2- Quando surgiu a ideia de escrever o livro O Perfume da Rosa?

Sempre fui uma leitora assídua. Apaixonada por quase todos os gêneros literários, desde Jane Austen a Stephen King. Escrever sempre foi um sonho e tentei realizá-lo há muito tempo atrás, mas confesso que não acreditei que conseguiria e não saí da primeira página.
Em julho de 2010, um amigo, Oberdan F. C. Lira me mostrou os primeiros esboços do livro que ele estava escrevendo (À Sombra do Cavaleiro Negro – As Sagas da Terra de Arnes) e o livro Oficina de escritores, Stephen Koch. Naquele momento me senti inspirada e pronta para tentar escrever este livro. Na semana seguinte, já tinha 10 páginas escritas e não parei mais.

3- Os blogs literários estão muito presentes na vida de um escritor, o que você acha do trabalho desenvolvido pelos blogueiros?

Estou adorando! Apoio totalmente este incentivo aos autores brasileiros. E agradeço ao carinho de todos vocês. Com certeza trata-se de uma parceria de sucesso.
 
 
4- Quais seus projetos para 2012?

Estou escrevendo a continuação do livro Irmãs Stanford, porém agora trata-se da história da Samantha. O título provisório é Hora Sombria. Estou apaixonada por este livro! Os assassinatos trazem elementos de magia em sua cena e parecem se relacionar a uma antiga seita celta. A Samantha é uma personagem incrível! Espero que gostem!

5- Algum dos seus personagens é o preferido? Qual deles?

Gosto de todos os meus personagens! Às vezes sinto que são pessoas reais... Mas os preferidos são Elizabeth e Arthur. Ela por ser forte e decidida, ele pelo carisma magnético e também pela personalidade forte. Adoro a ideia de podermos tranformar um homem libertino em um homem totalmente apaixonado. Este é um dos poderes femininos (risos!).

6- Você tem alguma dica para os seus leitores que tem o sonho de um dia também ser escritor?

É preciso acreditar! O mercado literário brasileiro está crescendo; as pessoas estão começando a valorizar os talentos nacionais; O universo conspira ao nosso favor! Devo ser sincera ao admitir que a caminhada possa ser árdua. No entanto o mais importante é amar o que faz. Quando nos entregamos a um projeto, não importa se ganhamos ou perdemos se, e somente se, nos entregamos por inteiro. Esta é a minha maior dica.

Jogo rápido:

Se defina em uma palavra: Autêntica

Uma música: The point of no return

Um livro: Orgulho e preconceito (Jane Austen).

Um filme: O fantasma da ópera.

Uma pessoa: Rainha Elizabeth I

Quer saber mais sobre o livro, clique aqui!

domingo, 15 de janeiro de 2012

[Entrevista] Erika Monterisi compartilha conosco suas experiências.


Erika Monterisi nasceu no Rio de Janeiro. Formou-se em enfermagem pela UERJ e trabalhou alguns anos como enfermeira em hospitais psiquiátricos. Casou-se, tornou-se mãe e mudou-se para Brasília onde cursou arquitetura. Desde criança o prazer por histórias e contos de terror que misturem mistério e amor faz parte do seu universo de leitora. É aficionada por filmes cults, como alguns clássicos do terror da década de oitenta e grandes produções do início da década de noventa.
 
 
1-      Você era enfermeira. O que te levou a trocar enfermagem por escritora?
 
Eu não troquei. Amo a enfermagem e trabalhei nas especialidades que sempre gostei. Mas sempre escrevi, sempre. Desde criança. Tenho livrinhos escritos desde os 7/8 anos de idade. Gosto de criar coisas, por isso cursei 1 período de Arquitetura, porém não pude continuar. Já o escrever simplesmente veio. E nesse momento, acabei encarando como um emprego, onde eu tinha prazer em sentar e escrever todos os dias.
 
2-      De onde veio à inspiração para escrever “Sol e Lua – O vampiro encontra o seu sol”?
 
A história do livro está na minha cabeça desde a adolescência. Desde quando ia pra Friburgo e ficava ouvindo histórias dos meus amigos de lá. Mas não tinha coragem pra colocá-la pra fora. Bem, não sei se bem coragem. Pra mim faltava maturidade para "gerar" essa história. Graças a Deus a gente amadurece com o tempo.
 
3-      Enquanto escrevia o livro você sentiu alguma dificuldade no processo de criação?
 
Sim, senti. Isso porque a medida que ia escrevendo, ia me emocionando com o que estava escrevendo. Tive momentos de muita raiva. Escrevia um capítulo e depois que relia, pensava: que menina burra essa Hanna!!! (risos) Tiveram trechos que me fizeram chorar e, por isso, tive que fazer um esforço grande pra continuar. O final não foi fácil. Não queria me despedir dos meus "filhos". Acho que todos que escrevem devem passar um pouco por isso.
 
4-      “Sol e Lua – O vampiro encontra o seu sol” terá continuação?
 
Se alguma editora resolver investir, lógico que terá (não tenho mais condições de bancar outra tiragem, infelismente). Já comecei a escrever e já tenho mais de 40 páginas escritas.  E esse está muito, muito mais pesado no quesito vampiro. Nesse, o bicho vai pegar muito.
 
5-      O que você acha de ser escritora em um país onde ler é um habito de poucos?
 
Esse detalhe é um pouco complicado, mas acho que já foi muito pior. Hoje em dia está "na moda" ser nerd, ler livros grossos... Quando ia pro colégio, não era assim. Ainda falta muito pra sermos um país um pouco mais culto, mas o movimento inicial já foi iniciado.
  
6-      Percebeu alguma mudança na sua rotina depois de se tornar escritora?
 
Sinceramente, não muito. Algumas pessoas é que passaram a me ver com outro olhar (o de surpresa), mas eu não mudei. Continuo fazendo tudo que sempre fiz,como ir a cinemas e aos meus shows de rock. Ah, algumas vezes me emociono ao ver meu livro exposto numa livraria.  
 
7-      Como foi sua busca por uma editora que publicasse seu livro?
 
Foi a pior parte. Tentei uma editora grande, que simplesmente me ignorou.  Quando encontrei uma editora independente que resolveu aceitar por acreditar no potencial do livro. Mas é complicado porque você tem que desembolsar pra poder editar. Isso pra mim é a pior parte de ser um país com pouco cultura. As editoras não aceitam novos escritores. Mas como pode haver renovação se você não aceita os novos? Complicado demais. E como podemos vender se as pessoas desconfiam de quem não é best seller? Um detalhe pra refletir sobre nossos preconceitos.
 
Rapidinho
 
Livro: Silmarillion
Autor: Anne Rice e J.R.Tolkien
Um lugar: Arpoador e Cristo Redentor.
Uma frase: Força sempre (Renato Russo)

Eu não sei se vocês leitoras assíduas de livros são como eu que adora imaginar como seriam os personagens em carne e osso, então como costumo fazer uma brincadeira nas resenhas (mas infelizmente me esqueci de fazer na resenha do "Sol e Lua", então aqui está para que não chorem rsrsrs), aqui estão a Hanna e o Phill do meu ponto de vista.

Phill
Hanna
Espero que gostem da minha escolha e não se esqueçam que está rolando no blog um sorteio do livro até dia 06/02. 

Suzane: assassina e manipuladora

Muito já foi publicado e escrito sobre o crime que chocou o país e também sobre os seus personagens. Trata-se do caso que envolveu a fam...